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O Brasil lidera o ranking de transações realizadas na América Latina, no ano passado, por meio do Comércio Eletrônico, com uma fatia de US$ 4,89 bilhões, de um total de negócios da ordem de US$ 10,9 bilhões, de acordo com estudo elaborado pela America Economia Intelligence e apresentado pela administradora de cartões de crédito Visa.
O levantamento, que engloba 17 países, concluiu, ainda, que os cartões de crédito desempenharam um papel importante para a expansão dessa modalidade de comércio; mais de 70% dos consumidores pesquisados preferem pagar suas compras on-line com cartão crédito
Contudo, o e-commerce deve chegar a R$ 8,8 bilhões no Brasil em 2008. As compras realizadas no comércio eletrônico no Brasil somaram R$ 6,2 bilhões em 2007, um crescimento significativo de 40% em relação aos doze meses do ano anterior.
A variedade dos produtos, a comodidade e facilidade na comparação de preços em diversas lojas em um curto período de tempo, a possibilidade do parcelamento sem juros e condições de pagamento facilitadas e o aumento do número de internautas foram os grandes impulsionadores para que o volume de pedidos contabilizado na rede chegasse a 20,4 milhões, aproximadamente 5,6 milhões de pedidos a mais que em 2006, quando o setor recebeu 14,8 milhões de pedidos.
Estas e outras informações fazem parte do estudo exclusivo da 17ª edição do Relatório “WebShoppers” realizado pela e-bit, empresa especializada no fornecimento de informações sobre comércio eletrônico, que nesse ano, conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio eletrônico (camara-e.net).
O estudo mostra que, no ano passado, 9,5 milhões de brasileiros compraram pela internet pelo menos uma vez, resultando no volume de R$ 6,2 bilhões em faturamento. O tíquete médio no período foi de R$ 302,00, sendo o Natal a data comemorativa de maior destaque para o comércio eletrônico, com faturamento de R$ 1,081 bilhão e tíquete médio de R$ 308,00.
Para o primeiro semestre deste ano, estima-se que o e-commerce movimente algo em torno de R$ 3,8 bilhões, um crescimento de 45% em relação aos seis primeiros meses de 2007, quando o setor atingiu R$ 2,6 bilhões.
Até o final do primeiro semestre, espera-se que o número de pessoas comprando pela rede suba para 10,5 milhões, especialmente por causa do público feminino, que já representa quase 50% dos consumidores virtuais.
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