TI

Em 20/04/2017 | 11:12h

Empresas de tecnologia se unem contra veto de Donald Trump

Empresas de tecnologia se unem contra veto de Donald Trump


As empresas do setor de tecnologia, incluindo Amazon, Faecbook, Google e Microsoft, se juntaram na quarta contra uma ação legal para pedir a um federal que suspenda a última proibição de viagens anunciada pelo presidente americano, Donald Trump.

A ação, que tem mais de 160 empresas, quase todas do setor de tecnologia, é uma petição na posição de “amigo da corte” para proteger os opositores à ordem executiva do presidente, na Corte de Apelações do distrito de Maryland.

Os juízes federais americanos já interromperam a ordem executiva revisada de Trump, divulgada em março para fechar de modo temporário as fronteiras dos Estados Unidos a refugiados e cidadãos de seis países de maioria muçulmana, em uma derrota de suas promessas de campanha.

As decisões ordenaram o congelamento da proibição a nível nacional para a entrada por 90 duas de cidadãos do Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen.

Além disso, um juiz federal decretou que o estado do Havaí, em sua resposta legal, expressou uma forte possibilidade de que a proibição provoque um “dano irreparável” caso continua adiante.

Em Maryland, o juiz federal Theodore Chuang, concedeu uma ordem parecida a nível nacional sobre um pedido separado, que foi apresentado por grupos de defesa dos direitos civis que avaliaram a medida discriminatória em relação aos muçulmanos.

Na apresentação como “amigo da corte”, as companhias apoiam o argumento de que a proibição de Trump não apenas discrimina, com base na religião, assim como ultrapassa a autoridade do presidente para alterar as regras a respeito de quem tem permissão para entrar no país.

Em nota os advogados afirmam que a segunda ordem produz uma alteração fundamental nas regras que regem a entrada de pessoas nos EUA e está provocando danos substanciais às empresas americanas, a seus funcionários e a toda a economia americana.

O presidente dos EUA, no entanto, alega que a proibição de viagens é necessária para garantir a segurança e manter os extremistas longe do país.

O primeiro decreto, de janeiro, proibiu as viagens das pessoas de sete países de maioria muçulmana e de todos os refugiados, mas foi bloqueada por um tribunal do estado de Washington, que considerou a medida uma violação da norma constitucional que proíbe a discriminação religiosa.

(Da redação)

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